Saturday, November 18, 2006

"são teus olhos, sua boca, o teu cheiro na minha roupa.
são lembranças como o vento, paixão que ficou no ar. como eu queria pelo menos te ter por perto. você passou pela minha vida e deixou saudade."

ela se sente boba, ela viu que ele percebeu que ela tava caindo fora, e veio com altas declarações de amor, veio querendo segurá-la e disse que a amava.
ela cai que nem uma boba, uma tonta, uma medíocre.
ela ouve pagode e se sente corna, se sente infeliz, por não esquecer tão rápido isso.
vai nas festinhas se sente feliz mais uma vez, quer voltar ao seu natural, que natural é esse que mal ela sabe qual é?
Vê um espelho, cai na real, se sente assim.
o branco no preto, o preto no branco, o inverso do verso.
as constelações brilhando nos céus, e ela enxerga uma vez a sua vida por lá, enxerga que deve ser assim, deve seguir seu rumo.
acredita em querer de Deus, acredita na felicidade.
um olhar basta pra saber a verdade
será que é verdade que ele a ama?
queria só olhar para aqueles olhos e ver se a sinceridade está pairada ali.
e ela o ama.
como o ama, sem clichês, sem mentiras, só amando.
e eu a entendo, tento ajudá-la, tento convencê-la a não acreditar nesses jogos de sedução, será que um dia ela vai me ouvir?!

3 comments:

Anonymous said...

JuuhH...

adorei garotaaa...

cantaremos mais vezes pagodoes e nos sentiremos cornas mto mais vezes... rs

t amo minha linda

Adorei seu texto (como sempree)

Pareta said...

:X

precisa comentar?
Menina vc ta no caminho certo, continua em frente, amei o texto, a forma com que ele trata o sentimentalismo.

FLORA said...

Amor
Humor
(Oswald de Andrade)
quem sabe meu bem?
quem sabe?
te amo